Entrevista – Preparem seus sapatos, Ultravespa lança seu primeiro EP.

O Pequi Mutante entrevistou a banda Ultravespa, um trio (Dinho – guitarra e vocal; Bruno – baixo e vocal; Rangel – bateria) que tem influência do rock anos 50 e 60, jovem guarda e do rock do sul. Está na estrada desde 2007, já tocou em duas edições do Grito do Rock, Vaca Amarela, Goiânia Noise e Bananada. Vão lançar seu primeiro EP hoje (06/10). A festa de lançamento vai ser no Metrópolis em Goiânia e a noite promete muito rock sujo com um som dançante. Então, como dizem os caras, “prepararem seus sapatos e suas cabeças porque a noite vai ser brasa!”

Leia a entrevista:

O Pequi Mutante – Vocês têm influência do rock anos 50 e 60, jovem guarda e do rock do sul. Tem mais alguma influência?

Ultravespa – Essas influências do rock anos 50 e 60, jovem guarda e do rock do sul são as que mais atingem diretamente o som da banda, mas a gente escuta bandas mais atuais que também acabam influenciando, sim, nas músicas.

O Pequi Mutante – Como surgiu a banda?

Ultravespa – A banda surgiu com a ideia de fazer um som que a gente ouvia, daí fomos buscar mais influências. As músicas foram saindo em meio há alguns covers que fazíamos na época em que começamos. Aquela boa e velha história de amigos que curtem o mesmo som e que se juntam pra tocar o bom e velho rock’n’roll.

O Pequi Mutante – Vocês já sofreram alteração na formação da banda. Qual foi essa mudança e como isso influenciou no som de vocês?

Ultravespa – Já sofremos alteração na formação da banda, tocávamos com dois guitarras e um teve que sair. Na época, foi difícil completar o espaço da outra guitarra. Tivemos que adaptar algumas músicas, mas não ouve uma mudança brusca no estilo da banda e também não achamos que o som se desvalorizou com isso, a gente sempre buscou evoluir e isso veio como um processo natural.

O Pequi Mutante – A banda começou em 2007, já tocou em vários festivais, mas só vai lançar seu primeiro EP agora. Por quê?

Ultravespa – Quanto ao lançamento do EP sair só agora, é que aconteceu mesmo, junto com o Rogério Paffa, do Loop Studio – que vem acompanhando a gente há algum tempo e nos ajudando. Sempre tivemos a ideia de fazer um CD, a gente gravou músicas desde o começo da banda e lançamos na internet. Existem várias bandas que lançam músicas na internet como EP, mas queríamos ter algo material, concreto. Que é uma coisa legal de se ter para a banda e para quem gosta da banda.

O Pequi Mutante – As capas do EP tem uma produção artesanal e feita pela própria banda. Como surgiu essa ideia?

Ultravespa – Através de projeções que eram feitas nos anos 60 com esse mesmo material. É um trabalho que tem tudo há ver com banda nessa questão das influências dos anos 60. Tem uma arte diferente que dá uma cara mais bonita para o trabalho. Vale a pena ter esse EP em casa.

O Pequi Mutante – Quais as expectativas para o show amanhã (06/10)?*

Ultravespa – O show de amanhã (06/10)! As expectativas são grandes, a gente está planejando fazer algo bem animado, para ser a cara da banda mesmo, para ninguém ficar parado. E a esperança de um público bem bacana que vem acompanhando alguns shows da banda e no Metrópolis, – que é uma das grandes casas de rock em Goiânia – preparem seus sapatos e suas cabeças porque vai ser brasa!

O Pequi Mutante – E sobre os projetos futuros, shows fora de Goiás e divulgação do novo EP?

Ultravespa – Nosso primeiro plano é tocar o máximo que der dentro do Estado e, principalmente fora, rodar bastante divulgando esse EP, levar o mais longe possível o baile dos vespinhas. (risos)
Nós temos um parceiro muito forte que é a Fósforo Cultural que nos ajuda sempre nessa questão dos shows. Agora, é esperar o show de lançamento do EP e trabalhar!
Valeu, galera do O Pequi Mutante!

*Essa entrevista foi feita na sexta-feira (05/10) e foi para o blog na madrugada de hoje (06/10).

Por Leandro Gel

Anúncios